é à noite
que a lua repousa
no ombro melancólico das gentes.
é à noite
que abraço o sonho
e me perco
no silêncio da tua boca
e no desejo dos meus lábios.
é à noite
que bebo o teu cheiro
a pinho silvestre
e te roubo um beijo
da boca
que sabe ao amor que fizemos
no nosso entardecer
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quarta-feira, 22 de julho de 2026
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
quarta-feira, 6 de novembro de 2024
hoje regressei aqui e é bom regressar.
espalhar palavras em dois poemas
olho o mar de frente,
fico em silêncio…
espero o cair da noite.
lento.
quero segredar-te
um sorriso
nada mais.
falta apenas ser madrugada...
aconchego as palavras.
palavras brilhantes,
puras
trazidas da distância
dos sonhos que só vemos.
atravesso o silêncio
deserto.
e são tantas as horas da tarde…
é preciso embalsamar o tempo.
espalhar palavras em dois poemas
olho o mar de frente,
escuto as ondas
e calo a voz.
e calo a voz.
fico em silêncio…
espero o cair da noite.
lento.
quero segredar-te
um sorriso
nada mais.
falta apenas ser madrugada...
palavras brilhantes,
puras
trazidas da distância
dos sonhos que só vemos.
atravesso o silêncio
deserto.
e são tantas as horas da tarde…
é preciso embalsamar o tempo.
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
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