os meus dedos afagama pele que reveste a noite
a insónia bebe na memória e eu procuro parágrafos pela madrugada
respiro ausências nas horas em que os pedaços da noite se colam às palavras. a distância mede-se nos sons da fotografia e o sorriso oferece um hálito frio.
morrem-me poemas nos dedos…