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sexta-feira, 6 de março de 2026

os meus dedos afagam
a pele que reveste a noite

a insónia bebe na memória
e eu procuro parágrafos pela madrugada




sábado, 9 de agosto de 2025

respiro ausências
nas horas em que os pedaços da noite
se colam às palavras.

a distância mede-se nos sons da fotografia
e o sorriso oferece um hálito frio.

morrem-me poemas nos dedos…