os meus dedos afagama pele que reveste a noite
a insónia bebe na memória e eu procuro parágrafos pela madrugada
retenho a imagem do diaperdido nos vincos da imobilidade...
vivo no obscuro.a incerteza cai com a tardee arrasta-se no poema...
estou no avesso da cidadeperdido entre luzes e sombras
mas as minhas palavras são feitas de ti...
às vezes a solidão está cheia de barulhos
caminhocom os versos que transportamvidas…
cada palavra é um armazém de memórias