cada palavra é um armazém de memórias
e tudo é silêncio somente o mar murmura sobre nós...
há vozes que aromatizam o silêncio...
um dia, um sorriso e sou eu. olho-me. recebo o orvalho nascido na madrugada. sento-me na soleira e espero o poema feito de versos brancos onde chamo por ti. com saudade presa na memória.
escorrego pelo dorso das casas até cair nos braços de algum poemaque tenha ficado pela rua
a brisa agita o poema lançado ao vento num fim de mar…
corre fácil a palavra