dito palavras desenhadas em sorrisos
e escrevo textos que se escondem no silêncio.
olho pela janela do quarto vazio,
a lua está longe,
pendurada na árvore de cabelo preto.
afasto os espaços
e jogo o jogo das sombras.
amanhã rasgo o dia
e cantarei a solidão pintada de ingenuidade.
e cantarei a solidão pintada de ingenuidade.





