um dia, um sorriso e sou eu. olho-me. recebo o orvalho nascido na madrugada. sento-me na soleira e espero o poema feito de versos brancos onde chamo por ti. com saudade presa na memória.
coração cheio dentro do peito caminho na cidade profanando a memória.
queria saber de mim e da solidão que era nossa.
mas o esquecimento são lembranças perdidas nos dias longos.
a tua pele beija-me…
falta demasiado tempo para amanhã.
demoro-me nas palavras que te escrevo,o poema, a poesia,qualquer coisa de imperfeito…
e os corpos atentos…
apenas respiração. apenas nudez.
tento enganar a realidade mas há dias que rasgam a memória.