Mostrar mensagens com a etiqueta palavras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta palavras. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

 

abraço o teu olhar,
escuto os teus gestos e
perco-me no teu rosto cálido
sufragado de brisas primaveris.

bebo o silêncio das manhãs
tingidas de orvalho…

perdi-me!

tenho palavras escondidas
nos escombros dos meus dias.




quarta-feira, 12 de agosto de 2026



escuto o som absoluto das sílabas
que pairam nas ruas e avenidas das palavras.

leio a tua demora na aragem
e no frio das frases,
que se escondem nas árvores frias
plantadas na cidade do silêncio.

ergo os olhos e medito. 

se eu pudesse ver os pedaços da noite
colados no teu olhar…




quinta-feira, 6 de agosto de 2026


somos sozinhos no mundo.

a nossa nudez ilumina a madrugada,
e as sombras
são páginas
onde escrevo palavras cansadas do silêncio





uma pequena nota que ditou o meu arredar destes lides
que me desculpem, mas os meus leitores merecem a explicação
https://zaratustra44.blogspot.com/2026/08/o-luto-e-um-processo-arrasador.html




sexta-feira, 24 de abril de 2026

 

corre a tristeza nos caminhos
puros da madrugada.
o poema é aconchego de
sentires
porque as palavras florescem no
terreno doce das searas.

talvez amanhã
descanse na sombra dos afazeres
enquanto a liberdade está a passar por aqui.




quinta-feira, 19 de março de 2026



há palavras que voam
enquanto desenho madrugadas… 

mas às vezes poisam
e há memórias escondidas em cada gota de orvalho






quinta-feira, 12 de março de 2026

quarta-feira, 4 de março de 2026

retenho a imagem do dia
perdido nos vincos da imobilidade...

vivo no obscuro.
a incerteza cai com a tarde
e arrasta-se no poema...

estou no avesso da cidade
perdido entre luzes e sombras

mas as minhas palavras são feitas de ti...





 

 


domingo, 4 de janeiro de 2026

 

é na noite,
que os gestos do meu corpo
se colam no teu
e a minha voz se abandona ao vento…

gosto das palavras
que fazem amor.




quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

com as mãos nuas
lavro o teu corpo...

amanhece.

há olhares
cúmplices
no escuro das palavras.




segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

na luz tépida olho os gestos
entre a pele e a voz.

contorno-te no interior das palavras
e em cada linha caminho apressado
por entre as luzes escondidas.
conto os passos.
o sonho tem silêncios repetidos
e sílabas perdidas na memória…

as sombras encobrem os corpos.
caem as fronteiras
e há suores perdidos

na simplicidade dos quereres 




quarta-feira, 12 de novembro de 2025


mãos que seguram coisa nenhuma,
lábios ressequidos
cheios de palavras que invento.

noite.
há silêncios pendurados na madrugada.



segunda-feira, 10 de novembro de 2025

chegaste agora
que a morte me nasce na garganta…

sigo o rasto do teu corpo.

pesam-me as palavras
ditas nas sombras do destino
e que trazem o som do silêncio da pele…

percorro as margens
da tua nudez.
resisto-me.

é tão larga a morte…

quarta-feira, 22 de outubro de 2025



com palavras usadas, gastas pelo tempo e pelo hábito
vou construindo a lucidez...



quarta-feira, 8 de outubro de 2025



às vezes os dias chegam atrasados...
e chegam atrasados porque permanecem escondidos no amanhecer das cidades, vestidos do silêncio das palavras perdidas no colo dos poemas




sábado, 30 de agosto de 2025

terça-feira, 26 de agosto de 2025

terça-feira, 12 de agosto de 2025


escrevo sons e olhares
e preparo o enxoval de palavras
que acompanha o silêncio gritante dos teus gestos. 

vou dormir o sono da noite anterior,
depois desenhar-te de corpo inteiro
e deixar-te recados na pele,
talvez assim me sigas pelas ruas
que inventaste para mim



 

sexta-feira, 1 de agosto de 2025



marco palavras à sombra do sol
e escrevo ruídos que ninguém conhece
enquanto os rostos empalidecem… 

o vento agita a lua,
está frio
mas comigo tenho um pedaço de ti


domingo, 27 de julho de 2025

preciso habituar-me ao som das palavras que deixo espalhadas pela madrugada







 

segunda-feira, 21 de julho de 2025