é à noite
que a lua repousa
no ombro melancólico das gentes.
é à noite
que abraço o sonho
e me perco
no silêncio da tua boca
e no desejo dos meus lábios.
é à noite
que bebo o teu cheiro
a pinho silvestre
e te roubo um beijo
da boca
que sabe ao amor que fizemos
no nosso entardecer
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quarta-feira, 22 de julho de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
quinta-feira, 9 de abril de 2026
dito palavras desenhadas em sorrisos
e escrevo textos que se escondem no silêncio.
olho pela janela do quarto vazio,
a lua está longe,
pendurada na árvore de cabelo preto.
afasto os espaços
e jogo o jogo das sombras.
amanhã rasgo o dia
e cantarei a solidão pintada de ingenuidade.
e cantarei a solidão pintada de ingenuidade.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
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