Mostrar mensagens com a etiqueta pele. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pele. Mostrar todas as mensagens

domingo, 11 de janeiro de 2026

chego com a maresia
e solto palavras
no alpendre da esperança…

fecha-se a noite

lanço olhares
repletos de ausências
sob o céu de carne… 

um dia vou deitar-me
na penumbra de ti
e tocar-te a pedido da tua pele.



 

sábado, 3 de janeiro de 2026

rasgo a pele…
solto o ritmo que me prende.

guardo o teu nome.
uma sílaba apenas…

abraço-me.
a névoa cerca-me na sombra
e a noite contorna-me o rosto…

deambulam frases sobre os dias parados
e entre o estar e o não estar há um espaço em branco
onde as palavras são tingidas de silêncio 




quarta-feira, 5 de novembro de 2025

estremeço.
há rugas escritas na pele. 
palavras.

é outono…
e tenho metáforas perdidas
no silêncio da chuva.






quarta-feira, 17 de setembro de 2025

terça-feira, 12 de agosto de 2025


escrevo sons e olhares
e preparo o enxoval de palavras
que acompanha o silêncio gritante dos teus gestos. 

vou dormir o sono da noite anterior,
depois desenhar-te de corpo inteiro
e deixar-te recados na pele,
talvez assim me sigas pelas ruas
que inventaste para mim



 

quinta-feira, 15 de maio de 2025


cola-se na memória
a cor do olhar,
o abraço…

há dias a voar
enquanto te respiro junto à pele. 

entardeceu
e eu perco-me no silêncio ditado pelo vento.




quinta-feira, 3 de abril de 2025

olho para mim e nem me reconheço,
somente o silêncio sabe da minha realidade.

pergunto-me se não sonho…

rasgo as horas
e espero o momento de te regressar à pele.

todas as noites coloco poemas no teu olhar… 





quarta-feira, 19 de março de 2025

 

e regressar-te… à pele?
é noite e há desejos espalhados nas estrelas.




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

 

tropeço no frio.
desenho a cor do olhar nos lábios quentes…
entardeceu
e eu escrevo poemas que não são poemas
enquanto te respiro junto à pele.

perco-me nas palavras que sopras
apenas

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

toco a superfície das palavras.

olho o por-do-sol…
e espero o teu toque

a tua pele agasalha-me as noites.

aguardo-te
com a mesma saudade





segunda-feira, 29 de julho de 2024



hoje tenho palavras comidas
à boca do tempo,
palavras a querer ser poema
escritas para calar os silêncios da ausência.

um dia,
nas manhãs submersas,
quando puder olhar-te por muito tempo
vou dizer-te
é a pele que serve de céu ao coração.




segunda-feira, 8 de julho de 2024

 e porque o estoriador vai uns dias (poucos) laurear a pevide deixa aqui um pensamento:


um dia a noite vai ensinar-me
a escrever poesia no teu corpo...

e porque quem deixa um, deixa dois

há vozes a passear pelos arredores da pele






terça-feira, 2 de julho de 2024

o orvalho matutino penetra a nossa pele . aguardamos os primeiros raios de sol que irão resplandecer no vermelho das papoilas e no amarelo dos malmequeres silvestres que envolvem os nossos corpos nus.
olho-te no brilho do sorriso que me ofereces e deixo que a noite se recoste no colo que foi meu ao som das estrelas.



terça-feira, 25 de junho de 2024


talvez o meu olhar se mostre na pupila dos teus olhos
e o sentimento
viaje a coberto da Lua
e se aconchegue na tua noite.

mas hoje há um sorriso vazio
que renasce a cada amanhecer
e uma gota de arrepio a descer pelos limites da pele




quinta-feira, 14 de março de 2024

enrolo-me na luz macilenta da manhã.
o silêncio paira no ar e a pele...
a pele ainda arde