abraço o teu olhar,
escuto os teus gestos e
perco-me no teu rosto cálido
sufragado de brisas primaveris.
bebo o silêncio das manhãs
tingidas de orvalho…
perdi-me!
tenho palavras escondidas
nos escombros dos meus dias.
terça-feira, 12 de agosto de 2025
escrevo sons e olhares e preparo o enxoval de palavras que acompanha o silêncio gritante dos teus gestos.
vou dormir o sono da noite anterior, depois desenhar-te de corpo inteiro e deixar-te recados na pele, talvez assim me sigas pelas ruas que inventaste para mim