vivo na zona das metáforas e à noite junto palavras, algumas poemáticas
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
a noite pousa na pele do teu corpo nu... e eu sou todo retina com medo que não regresses
sábado, 23 de agosto de 2025
há memórias que escrevo no vento
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
há sempre uma viagem que espera pelo amanhã
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
é preciso barrar os dias com liberdade
(porque gerou dúvidas, o barrar é espalhar como manteiga no pão)
terça-feira, 12 de agosto de 2025
escrevo sons e olhares e preparo o enxoval de palavras que acompanha o silêncio gritante dos teus gestos.
vou dormir o sono da noite anterior, depois desenhar-te de corpo inteiro e deixar-te recados na pele, talvez assim me sigas pelas ruas que inventaste para mim
sábado, 9 de agosto de 2025
respiro ausências
nas horas em que os pedaços da noite
se colam às palavras.
a distância mede-se nos sons da fotografia
e o sorriso oferece um hálito frio.