Poema que transmite uma sensação de dualidade entre noite e amanhecer, o encontro entre silêncio, natureza e a criação poética. A imagem do “roubo” do ruído do orvalho e do cheiro da terra molhada cria uma atmosfera sensorial forte. A linha “que encobrem o vento onde escondi o poema” sugere segredo, contemplação e a ideia de que a inspiração pode estar escondida nos espaços entre palavras. O contraste entre “é manhã” e “eu continuo vivo da noite” reforça a continuidade da vida e da criatividade que atravessa os ciclos diários.
Muito belo! Como belo é sempre tudo o que aqui escreve.
Continuo firme na minha convicção de que os poemas foram escritos para nos deliciar - os seus - e jamais para serem analisados. Isso retirar-lhes-ia o sentido mágico... Um abraço, Zaratustra
Quando adormecemos pensamos sempre que amanhã também é dia.
ResponderEliminarUm abraço.
Poema que transmite uma sensação de dualidade entre noite e amanhecer, o encontro entre silêncio, natureza e a criação poética. A imagem do “roubo” do ruído do orvalho e do cheiro da terra molhada cria uma atmosfera sensorial forte. A linha “que encobrem o vento onde escondi o poema” sugere segredo, contemplação e a ideia de que a inspiração pode estar escondida nos espaços entre palavras. O contraste entre “é manhã” e “eu continuo vivo da noite” reforça a continuidade da vida e da criatividade que atravessa os ciclos diários.
ResponderEliminarMuito belo! Como belo é sempre tudo o que aqui escreve.
ResponderEliminarContinuo firme na minha convicção de que os poemas foram escritos para nos deliciar - os seus - e jamais para serem analisados. Isso retirar-lhes-ia o sentido mágico...
Um abraço, Zaratustra