escrevo silêncios sem nome nos poemas feitos incertezas que leio nas madrugadas pintadas de lusco-fusco.
sento-me no traço curvilíneo do ocaso e espero o apelo da manhã…
há uma solidão que me vestede horizontes sem lugar.
Não sei de onde lhe chegam estes versos tão belos,que nos chegam à alma e na alma nos ficam.Um abraço enternecido
Esse lusco-fusco de tanto contentamento pela tua poesia ímpar.
Já nem sei se a poesia ajuda.
Não sei de onde lhe chegam estes versos tão belos,
ResponderEliminarque nos chegam à alma e na alma nos ficam.
Um abraço enternecido
Esse lusco-fusco de tanto contentamento pela tua poesia ímpar.
ResponderEliminarJá nem sei se a poesia ajuda.
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