quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

escrevo silêncios sem nome
nos poemas feitos incertezas
que leio nas madrugadas pintadas de lusco-fusco.

sento-me no traço curvilíneo do ocaso
e espero o apelo da manhã…

há uma solidão que me veste
de horizontes sem lugar.




3 comentários:

  1. Não sei de onde lhe chegam estes versos tão belos,
    que nos chegam à alma e na alma nos ficam.

    Um abraço enternecido

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  2. Esse lusco-fusco de tanto contentamento pela tua poesia ímpar.

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