o silêncio escondeu-se no meu olhar,
as palavras amontoaram-se no canto dos lábios
e a escuridão tomou conta da saudade.
para trás ficou a palavra escrita
num poema feito corpo.
finjo-te sonho
por entre paredes sem sombras.
mas gosto de sorrir enquanto encostas o teu rosto
à inquietude do meu peito.

Que fragmento poético lindo e intensamente melancólico.
ResponderEliminarHá uma dualidade muito forte aqui: a dor da ausência em contraste com o calor da memória e do desejo.
O poema parece transitar entre o vazio da solidão e o refúgio do afecto.
Que texto lindo, transbordando de ternura e saudadem, onde as palavras fazem eco no silêncio do momento.
ResponderEliminarCumprimentos!