O silêncio em excesso adoece, assim como as palavras em demasia. Sempre quis caminhar nesse equilíbrio bom. Fez-me lembrar uma das canções dos Trovante, das menos conhecidas e que mais gosto que diz: "Tenho um sorriso fechado na palma da minha mão" https://www.youtube.com/watch?v=soBlBVVXCj0
O poema carrega um peso poético muito forte, quase como se o silêncio tivesse cansado a alma e a única saída fosse a escrita. Essa imagem de "esconder as lágrimas na história escrita pelo vento" sugere algo passageiro, mas que marca. E os "sorrisos que cortam o tempo" dão um tom de resistência, como se, mesmo na sombra, houvesse uma força afiada guardada para a chegada da noite.
O autor desiste dos silêncios, como o compreendo, também preciso que me dêem palavras.
ResponderEliminarUm abraço.
O silêncio em excesso adoece, assim como as palavras em demasia. Sempre quis caminhar nesse equilíbrio bom. Fez-me lembrar uma das canções dos Trovante, das menos conhecidas e que mais gosto que diz: "Tenho um sorriso fechado na palma da minha mão"
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=soBlBVVXCj0
gosto muito desse tema dos Trovante e sim gostei tanto do concerto no Meo Arena
EliminarO poema carrega um peso poético muito forte, quase como se o silêncio tivesse cansado a alma e a única saída fosse a escrita.
ResponderEliminarEssa imagem de "esconder as lágrimas na história escrita pelo vento" sugere algo passageiro, mas que marca. E os "sorrisos que cortam o tempo" dão um tom de resistência, como se, mesmo na sombra, houvesse uma força afiada guardada para a chegada da noite.
Com tanto talento poético, quando poderei ver nos escaparates das Livrarias um livro de Poemas da autoria do Zaratustra ou do João, tanto faz?! 🙂
ResponderEliminarJanita tenho dois livros publicados e que se encontram esgotados, mas deixei de ter interesse em publicar, fico-me pelos blogues
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