às vezes olho os dias,
os que se perderam no caminho, os que já não interessam e os que estão carregados de futuro...
fico-me pelos últimos.
terça-feira, 17 de dezembro de 2024
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
quarta-feira, 6 de novembro de 2024
hoje regressei aqui e é bom regressar.
espalhar palavras em dois poemas
olho o mar de frente,
fico em silêncio…
espero o cair da noite.
lento.
quero segredar-te
um sorriso
nada mais.
falta apenas ser madrugada...
aconchego as palavras.
palavras brilhantes,
puras
trazidas da distância
dos sonhos que só vemos.
atravesso o silêncio
deserto.
e são tantas as horas da tarde…
é preciso embalsamar o tempo.
espalhar palavras em dois poemas
olho o mar de frente,
escuto as ondas
e calo a voz.
e calo a voz.
fico em silêncio…
espero o cair da noite.
lento.
quero segredar-te
um sorriso
nada mais.
falta apenas ser madrugada...
palavras brilhantes,
puras
trazidas da distância
dos sonhos que só vemos.
atravesso o silêncio
deserto.
e são tantas as horas da tarde…
é preciso embalsamar o tempo.
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
segunda-feira, 30 de setembro de 2024
e porque há dias assim, dias em que a escrita se lança nos dedos e nos rouba o olhar, dois amontoados de palavras, talvez textos, talvez poemas ou simplesmente pretensiosismo do escrevinhador...
é sereno o tempo das miragens…
o fascínio do olhar doce,
da paisagem para além do rio,
perfuma as sílabas
dos teus gestos…
o crepúsculo
dá-me desenhos de ti,
das avencas
e das giestas
com que esperas os beijos deste outono…
e se o tempo fosse somente uma vez por acaso!
leio as palavras impossíveis
que escondeste no silêncio
das avenidas anoitecidas…
sílaba a sílaba
percorro a vertigem da insónia.
amanheces-me…
o teu corpo é poema que trago na memória
é sereno o tempo das miragens…
o fascínio do olhar doce,
da paisagem para além do rio,
perfuma as sílabas
dos teus gestos…
o crepúsculo
dá-me desenhos de ti,
das avencas
e das giestas
com que esperas os beijos deste outono…
e se o tempo fosse somente uma vez por acaso!
leio as palavras impossíveis
que escondeste no silêncio
das avenidas anoitecidas…
sílaba a sílaba
percorro a vertigem da insónia.
amanheces-me…
o teu corpo é poema que trago na memória
segunda-feira, 23 de setembro de 2024
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