Caminhar no limiar do dia, quando o silêncio da cidade parece carregar os sussurros de tudo o que está prestes a acontecer, traz uma suspensão rara no tempo. É como se, ao guardar as ilusões, restasse apenas a matéria viva e real do amanhecer. O ritmo do seu poema capta perfeitamente essa transição entre o recolhimento interior e o despertar do mundo ao redor.
Caminhar no limiar do dia, quando o silêncio da cidade parece carregar os sussurros de tudo o que está prestes a acontecer, traz uma suspensão rara no tempo. É como se, ao guardar as ilusões, restasse apenas a matéria viva e real do amanhecer. O ritmo do seu poema capta perfeitamente essa transição entre o recolhimento interior e o despertar do mundo ao redor.
ResponderEliminarDeve referir-se a Nova York.
ResponderEliminarEssa cidade é que nunc dorme.
Abraço, Zaratustra