O eu lírico caminha com versos que carregam vidas, sugerindo poesia que dá sentido à experiência. Subir e descer a paisagem indica um vai-e-vem entre reflexão e percepção sensorial. A colina busca o sol, um desejo de iluminação e começo novo. “Lá longe onde o mar não se agita” aponta tranquilidade e imobilidade no meio do cenário. “A manhã nasce atrás do olhar” sugere que a novidade surge conforme o sujeito muda de perspectiva.
Desculpe, zaratustra, mas eu não leio textos literários com o coração, mas sim com a mente.
O eu lírico caminha com versos que carregam vidas, sugerindo poesia que dá sentido à experiência. Subir e descer a paisagem indica um vai-e-vem entre reflexão e percepção sensorial. A colina busca o sol, um desejo de iluminação e começo novo. “Lá longe onde o mar não se agita” aponta tranquilidade e imobilidade no meio do cenário. “A manhã nasce atrás do olhar” sugere que a novidade surge conforme o sujeito muda de perspectiva.
ResponderEliminarDesculpe, zaratustra, mas eu não leio textos literários com o coração, mas sim com a mente.
E faz excelentes leituras
EliminarJá eu, que não frequentei a Sorbonne, falo sempre com as emoções inerentes às palavras lidas... 🤭 🫢
ResponderEliminare bem, cada um deve ler conforme o seu sentir...
EliminarE sempre com a poesia dentro do bolso.
ResponderEliminarUm abraço.
Procuro manhãs assim (leio, como leio...e não sei classificar).
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