caminho ao longo da rua
estreita.
procuro
o degrau onde me sento
e espero o início das chuvas.
espraio o olhar
na espera do dia,
e ali mesmo
escrevo o meu poema
povoado de cometas loucos.
olho a lua
e lanço um grito de dor
que estava escondido
no abismo do silêncio.
procuro
o degrau onde me sento
e espero o início das chuvas.
espraio o olhar
na espera do dia,
e ali mesmo
escrevo o meu poema
povoado de cometas loucos.
olho a lua
e lanço um grito de dor
que estava escondido
no abismo do silêncio.

Já eu, se me sentar num qualquer degrau com telheiro, será à espera do final da chuva!
ResponderEliminarJá 'bonda' de tanta água.
Bom fim de semana
fiquei agora um pouco admirado por ter verificado que fiquei impedido de ler o seu blogue.
Eliminarse foi algum comentário que fiz, as minhas desculpas
E agora, já consegue?
EliminarCreio que nem o Zaratustra conseguia, nem ninguém.
Eu é que peço desculpa, pelo erro que cometi inadvertidamente, ao mexer nas definições.
Um abraço e uma boa noite.