caminho ao longo da rua
estreita.
procuro
o degrau onde me sento
e espero o início das chuvas.
espraio o olhar
na espera do dia,
e ali mesmo
escrevo o meu poema
povoado de cometas loucos.
olho a lua
e lanço um grito de dor
que estava escondido
no abismo do silêncio.
procuro
o degrau onde me sento
e espero o início das chuvas.
espraio o olhar
na espera do dia,
e ali mesmo
escrevo o meu poema
povoado de cometas loucos.
olho a lua
e lanço um grito de dor
que estava escondido
no abismo do silêncio.

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