sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026



caminho ao longo da rua
estreita.
procuro
o degrau onde me sento
e espero o início das chuvas.

espraio o olhar
na espera do dia,
e ali mesmo
escrevo o meu poema
povoado de cometas loucos.

olho a lua
e lanço um grito de dor
que estava escondido
no abismo do silêncio.






3 comentários:

  1. Já eu, se me sentar num qualquer degrau com telheiro, será à espera do final da chuva!
    Já 'bonda' de tanta água.
    Bom fim de semana

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    1. fiquei agora um pouco admirado por ter verificado que fiquei impedido de ler o seu blogue.
      se foi algum comentário que fiz, as minhas desculpas

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    2. E agora, já consegue?
      Creio que nem o Zaratustra conseguia, nem ninguém.
      Eu é que peço desculpa, pelo erro que cometi inadvertidamente, ao mexer nas definições.
      Um abraço e uma boa noite.

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