e tu não viste…
recordo-te!
convido a noite para a minha cama.
é a tua ausência…
podia esperar a invisibilidade do corpo
e talvez um dia nos tivesse bastado
para tu,
nua nos meus braços,
escolheres palavras
onde escondas o silêncio dos lábios.
perco-me no teu retrato…

Fica frio do outro lado da cama.
ResponderEliminarEscreveu? Não recebi!
ResponderEliminarDeve ter caído e levado na corrente...
Abraço, Zaratustra
Este teu poema diz-me que a alma, corpo, silêncio e memória se confundem num retrato de saudade. Será? Seja o que for, é muito belo.
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