sexta-feira, 28 de novembro de 2025

ontem escrevi-te um poema
e tu não viste…

recordo-te!

convido a noite para a minha cama.
é a tua ausência…

podia esperar a invisibilidade do corpo
e talvez um dia nos tivesse bastado
para tu,
nua nos meus braços,
escolheres palavras
onde escondas o silêncio dos lábios.

perco-me no teu retrato…






3 comentários:

  1. Escreveu? Não recebi!
    Deve ter caído e levado na corrente...
    Abraço, Zaratustra

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  2. Este teu poema diz-me que a alma, corpo, silêncio e memória se confundem num retrato de saudade. Será? Seja o que for, é muito belo.

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