Que poema forte e melancólico. Esse “contorno do nome” na boca sugere uma presença que, de tão ausente, acaba por se tornar física. É como se a espera não fosse apenas um tempo, mas um espaço onde o silêncio ganha corpo e se movimenta.
Que poema forte e melancólico.
ResponderEliminarEsse “contorno do nome” na boca sugere uma presença que, de tão ausente, acaba por se tornar física. É como se a espera não fosse apenas um tempo, mas um espaço onde o silêncio ganha corpo e se movimenta.