Que poema forte e melancólico. Esse “contorno do nome” na boca sugere uma presença que, de tão ausente, acaba por se tornar física. É como se a espera não fosse apenas um tempo, mas um espaço onde o silêncio ganha corpo e se movimenta.
Existem sonhos que cabem na palma da nossa mão, apesar de serem inalcançáveis, ainda se conseguem agarrar. Outros há, que de tão grandes, voam qual águia nos céus, e só permanecem vivos na nossa memória...
Que poema forte e melancólico.
ResponderEliminarEsse “contorno do nome” na boca sugere uma presença que, de tão ausente, acaba por se tornar física. É como se a espera não fosse apenas um tempo, mas um espaço onde o silêncio ganha corpo e se movimenta.
Existem sonhos que cabem na palma da nossa mão, apesar de serem inalcançáveis, ainda se conseguem agarrar.
ResponderEliminarOutros há, que de tão grandes, voam qual águia nos céus, e só permanecem vivos na nossa memória...
Um poema delicado e íntimo, que traduz em poucas palavras a ternura da ausência e a esperança suspensa no silêncio. Amei.
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