olho-te
os teus lábios respiram os meus lábios
e as tuas mãos atrevem-se…
os nossos corpos escutam-se
e perdem-se
na pele,
na carne ardente
no grito rouco
sufocante
prisioneiro…
espraia-se a desordem
dentro de mim,
de ti…
e o ventre
e as coxas
e os seios
e o leito…
mas tenho a tua nudez
gravada na moldura dos dias

Desta vez temos um poema quase, quase erótico e muito lindo!
ResponderEliminarJuntamente com a beleza desse pôr-do-sol, fazem um par belíssimo que se lê e relê.
Gostei muito, sim senhor!
Coisas com pele arrepiam sempre.
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