estórias pelo final da tarde
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
é tempo dos limites,
das noites
perdidas no teu olhar.
há esperas possíveis
na cidade prometida
e carícias que atravessam
os rostos de insónia…
dia
noite
dia
tudo ficou como dantes
mas eu não tenho pressa,
caminho somente na errância
1 comentário:
Janita
24 de fevereiro de 2026 às 16:48
Devagar se vai ao longe!
Assim como palavra a palavra se constrói um belo poema, sem pressa!
Abraço!
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Devagar se vai ao longe!
ResponderEliminarAssim como palavra a palavra se constrói um belo poema, sem pressa!
Abraço!