escrevo recados breves
que penduro nos dias
frágeis,
enquanto viajo
por caminhos amarrotados
pelo tempo.
espero sempre
a noite,
a pele,
as estrelas
que olho da janela
onde me debruço a perceber o mundo.
amanhã talvez receba,
da tua boca,
a inocência num beijo cálido
que me diz que o vento
também sopra entre as dunas.

Há quem tema que a dissecação técnica roube a magia do poema, transformando arte em matemática. No entanto, a análise literária serve para revelar camadas invisíveis à primeira vista.
ResponderEliminarO que tenho em comum consigo, talvez por isso goste sempre o vir ler é que há sempre esperança a irromper, a resistir, a sobreviver...mesmo quando há escuro e a noite é só fria e sem estrelas.
ResponderEliminarAfinal, apenas um beijo, pode fazer alguém feliz.
ResponderEliminarUm abraço.